Cultura Organizacional

Clima organizacional: confira um guia completo sobre o assunto

Time Goowit
Escrito por Time Goowit em 19 de maio de 2020
Clima organizacional: confira um guia completo sobre o assunto
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Você provavelmente já ouviu falar em clima organizacional. Trata-se de um fator essencial para manter os bons índices de produtividade e engajamento dos colaboradores. Mas você sabe exatamente o que é clima organizacional e como ele afeta a sua empresa?

Neste post, vamos apresentar o conceito, suas vantagens e os diferentes tipos. Com esse conhecimento em mãos, é possível direcionar diversas ações do RH e estimular a formação de um ambiente muito mais agradável e positivo.

Quer entender tudo sobre o assunto? Então confira este guia completo!

Saiba o que é clima organizacional

Podemos definir o clima organizacional como a atmosfera da empresa. Parece muito subjetivo? Talvez você esteja certo quanto a isso, afinal, o clima organizacional é formado por fatores como o bem-estar e o modo como o ambiente é percebido pelos funcionários.

Esse ambiente é influenciado por todos que estão ali, o que inclui suas relações e comportamentos, assim como a postura da liderança.

Locais considerados bons para se trabalhar, que têm uma energia mais positiva e tranquila, costumam ser espaços com bom clima organizacional. Já os lugares em que há excesso de cobranças ou pressão, comportamento abusivo por parte dos líderes e desentendimento entre os colegas apresentam um clima organizacional negativo.

O clima organizacional pode ser aferido com a realização de pesquisas, geralmente aplicadas pelo setor de Recursos Humanos. Por meio de um questionário, é possível identificar a qualidade das relações internas e das condições de trabalho, entre outras questões que afetam a satisfação e o prazer de se trabalhar em determinada empresa.

Entenda a importância da pesquisa de clima organizacional

É por meio da pesquisa de clima organizacional que o RH entende o grau de satisfação dos colaboradores. Em algumas metodologias, é possível até mesmo obter insights referentes a ações e processos que podem ser melhorados a partir das respostas dos participantes.

Para que a pesquisa traga os resultados desejados, é importante investir em uma comunicação clara sobre os objetivos dela e seu impacto.

Informe aos participantes que o objetivo é promover ações capazes de criar condições mais favoráveis para o próprio funcionário. Essa pesquisa pode ser respondida até mesmo de maneira anônima, para que os empregados não tenham medo de represálias e possam trazer suas impressões com maior honestidade.

Também devemos destacar que o clima organizacional pode ter alterações entre um setor e outro, dependendo do volume de trabalho, da abordagem da liderança e da qualidade das relações entre os membros do time.

A pesquisa também serve para identificar essas nuances e obter informações importantes para nivelar os índices de clima, conseguindo um ambiente mais positivo para toda a empresa.

Veja o passo a passo para realizar uma pesquisa de clima organizacional

Realizar a pesquisa para que ela funcione como um diagnóstico confiável do clima organizacional e traga as informações que o RH precisa requer uma série de cuidados.

Podemos citar dois modelos a serem aplicados:

  • quantitativo, no qual são atribuídas notas ou avaliações;
  • qualitativo, em que por meio de perguntas abertas os funcionários têm a oportunidade de apresentar o que realmente não está funcionando e fornecer insights para melhorias.

Independentemente do modelo aplicado, é importante que a pesquisa siga os seguintes passos.

Planejamento

Em um primeiro momento, os responsáveis devem definir quais são os objetivos da pesquisa e em quais aspectos ela terá um enfoque maior. Além disso, é preciso entender se a intenção é resolver um problema específico ou compreender o clima da organização como um todo.

É nesta etapa que também são determinados:

  • o prazo de aplicação;
  • a duração da pesquisa;
  • quem avaliará os resultados e como eles serão passados para a empresa;
  • o tipo de pesquisa e de questionário que serão utilizados.

Esse planejamento é indispensável para que a pesquisa tenha começo, meio e fim, para que os resultados sejam aplicados dentro de um objetivo maior e que a prática traga retornos consistentes.

Preparação

Após a definição de todas as diretrizes da pesquisa, é hora de preparar os colaboradores para a sua aplicação. Isso exige uma comunicação clara, informando a todos como a avaliação será feita, quais são seus objetivos e de que modo ela vai afetar os colaboradores.

Um ponto importante que o RH deve destacar é que não se trata de uma pesquisa para identificar profissionais insatisfeitos para uma demissão futura. Afinal, esse receio poderia contaminar os resultados e prejudicar a precisão do diagnóstico, que é o principal objetivo da pesquisa.

Por isso, tenha total transparência quanto à intenção da pesquisa, abra um espaço para solucionar dúvidas e, preferencialmente, faça com que a pesquisa seja anônima. Assim, o trabalhador ficará mais à vontade para responder com sinceridade.

Execução

Esta é a fase em que a pesquisa é realmente aplicada, com a distribuição dos questionários e a tabulação dos resultados. As avaliações que consideram apenas escalas ou números são organizadas mais rapidamente, enquanto as que têm um caráter mais subjetivo, com respostas elaboradas, exigem um tempo a mais.

No entanto, essas últimas tendem a fornecer um quadro mais completo para o RH, expondo problemas que podem estar bem enraizados no dia a dia e que só são percebidos pelos colaboradores que estão na linha de frente.

Análise

Com os resultados em mãos, é hora de pensar em todos os problemas apontados e relacioná-los com a cultura organizacional, a tecnologia usada, a política de relacionamento com os funcionários, entre outros aspectos.

A pesquisa organizacional não deve se limitar a números e gráficos. Essas informações devem ser vistas dentro de um contexto maior e avaliadas sob cada aspecto da organização, se possível por meio de uma reunião com representantes de todos os setores.

Partindo desse exame cuidadoso, é possível pensar em ações capazes de trazer melhorias e criar um ambiente mais favorável.

Comunicação

Lembre-se de que a pesquisa de clima é um processo que envolve todos os funcionários. Por isso, ela não deve ser aplicada e escondida em uma sala apenas para a alta cúpula da empresa.

Informe aos funcionários os resultados dessa avaliação, mostre o que foi compilado e dê uma ideia do que será melhorado. Essa transparência deixará as pessoas mais motivadas a participarem ativamente das ações que serão colocadas em prática para melhorar o ambiente corporativo e a responderem as próximas pesquisas.

Ação

Após a identificação de todos os resultados, a comunicação e a definição do que será feito, é hora de implementar as mudanças necessárias. Lembre-se de limitar um período de tempo para essas alterações e de definir indicadores para acompanhar os resultados. Algumas métricas sugeridas para essa fase são: produtividade, absenteísmo e índice de reclamações.

Repetição

Reinicie o ciclo com uma nova pesquisa, que traga resultados mais concretos com relação às implementações aplicadas e mostre os impactos desse trabalho. Os resultados foram atingidos? Quais foram os erros que podem ser corrigidos para que o clima organizacional melhore?

Você pode também definir novas metas ou pontos a serem trabalhados, ou manter as pesquisas como acompanhamento e prevenção. O importante é que a aplicação de avaliações torne-se uma prática na empresa, colocando o clima organizacional como um fator importante dentro da gestão de pessoas.

Fique por dentro dos tipos de clima organizacional

Podemos classificar o clima organizacional em três tipos principais, de acordo com o nível: bom, neutro e ruim. A seguir, entenda cada um deles.

Clima organizacional bom

Os trabalhadores sentem satisfação com o local de trabalho e apresentam um alto envolvimento na realização das tarefas e nas ações voltadas ao crescimento da empresa. Dentro desse ambiente ocorre o estímulo à criatividade, a busca por soluções inovadoras, o reconhecimento dos profissionais, a participação da equipe nos projetos, a construção de um senso de colaboração, entre outros aspectos.

Clima organizacional neutro

Identifica as empresas que não têm um ambiente tóxico, mas também não alcançou um patamar realmente positivo. O clima apresenta alguns aspectos favoráveis que ajudam no posicionamento da organização, e também falhas que devem ser administradas e corrigidas para que as relações e os resultados não sejam afetados.

Clima organizacional ruim

Quando o clima organizacional é ruim, ou negativo, traz diversos impactos prejudiciais à organização. Como consequência, vemos problemas de relacionamento interno, falta de engajamento e baixa produtividade, além de uma rotatividade elevada, que afeta a imagem da empresa do ponto de vista do mercado de trabalho e dos consumidores.

Quando há a constatação de uma baixa qualidade no clima organizacional, é preciso tomar ações efetivas e urgentes para que esse quadro seja melhorado.

Confira os 9 principais benefícios de um bom clima organizacional

Trabalhar o clima organizacional impacta diretamente os resultados da empresa, afetando não só a qualidade do ambiente e dos relacionamentos, mas proporcionando outros benefícios dentro de um planejamento de crescimento corporativo. Destacamos aqui alguns dos principais.

1. Aumento da produtividade

O bom clima organizacional favorece o desenvolvimento dos colaboradores, que ficam mais à vontade para realizar as tarefas de maneira mais solta e criativa, além de proporem novas abordagens.

Também, a avaliação das respostas obtidas na pesquisa indicam os aspectos que precisam de mais tratamento e investimento, possibilitando à empresa aplicações estratégicas.

2. Maior satisfação da equipe

A qualidade do ambiente de trabalho está intimamente ligada à satisfação dos colaboradores, trazendo uma maior sensação de pertencimento e engajamento na realização das tarefas diárias. Isso se traduz em um trabalho feito com mais qualidade e um menor índice de erros.

3. Prevenção de problemas

Principalmente em períodos de maior demanda, algumas questões internas passam despercebidas e podem se transformar em um grande problema, afetando a condução dos projetos.

Com a pesquisa de clima é possível identificar essas questões e trabalhá-las em prol de um ambiente mais favorável. A partir desse quadro, pequenas dificuldades são trabalhadas para que haja harmonia na organização, de modo que todos atuem de maneira preventiva e profissional, evitando obstáculos maiores.

4. Melhoria da imagem da organização

Um dos fatores considerados na construção da imagem de uma empresa é a sua relação com os funcionários e a qualidade do ambiente. Com a facilidade de troca de informações que a internet proporciona, a reputação corporativa pode ser facilmente afetada por depoimentos negativos dos funcionários, seja nas redes sociais, seja em sites como o Glassdoor

Essa imagem negativa prejudica a empresa na aquisição de novos investidores, nos processos seletivos e até na aceitação dos seus produtos pelo consumidor.

5. Aumento da retenção de profissionais

A retenção de profissionais é um fator importante para a qualidade dos processos e a manutenção da inteligência dentro da empresa. Com altos índices de rotatividade, o RH sente dificuldades de implementar um plano de carreira que bonifique os trabalhadores mais envolvidos e com bom tempo de casa.

Contar com um clima organizacional positivo é essencial para que os profissionais atuem na empresa por mais tempo e, principalmente, tenham vontade de se desenvolver no local.

6. Atração de talentos com mais qualidade

Podemos citar o employer branding como fator importante para a atração dos melhores talentos do mercado. Ao construir uma imagem de um ambiente de trabalho positivo, que fornece a estrutura ideal para que o profissional se desenvolva, essa organização cresce em valor de mercado e passa a ser disputada. Nesse cenário, ela começa a atrair pessoas realmente dedicadas à carreira e com excelente formação.

O ambiente de trabalho está intimamente ligado ao employer branding. Afinal, há uma busca por lugares prazerosos para se trabalhar. Por mais que ofereça oportunidades, se o ambiente é tóxico, dificilmente o colaborador terá vontade de permanecer, e isso é difundido entre colegas e profissionais que estão no mercado.

7. Redução de custos com demissões

Demissões geram um custo alto para a empresa. Além dos gastos com os direitos rescisórios, há a necessidade de fazer novos processos seletivos e investir em treinamentos para a pessoa que vai ocupar o cargo novamente. Todo esse ciclo sai extremamente caro para a empresa, mas acontece com frequência em locais com um clima organizacional ruim.

Ao trabalhar para um ambiente mais acolhedor e positivo, é possível direcionar esses recursos para o desenvolvimento interno ou até mesmo para a tecnologia, ações que elevarão a qualidade das entregas e podem levar a marca a outro patamar.

8. Comunicação mais eficiente

Boa parte dos problemas de comunicação interna ocorrem por conta dos ruídos provocados por dificuldades de relacionamento entre equipes e até mesmo colegas do mesmo setor. Outra questão recorrente é a dificuldade de diálogo entre trabalhadores e liderança, geralmente provocada por uma postura pouco empática e amigável por parte dos gestores.

9. Diminuição do absenteísmo

Os índices de atrasos e faltas dos colaboradores ocorrem geralmente por dois motivos: problemas de saúde ou falta de engajamento. Alguns funcionários realmente sentem-se mal e precisam se ausentar do trabalho. Outros estão em um processo de estafa tão avançado que faltam ou passam a chegar atrasados com frequência.

Há ainda os que, por conta do estresse, começam a realmente apresentar doenças físicas e mentais, e passam a faltar constantemente, além de apresentarem piora nos resultados.

Ao trabalhar bem o clima organizacional, a empresa consegue oferecer um ambiente muito mais saudável e diminuir esse absenteísmo, fazendo com que os profissionais tenham seu bem-estar preservado e sintam-se motivados.

Saiba como melhorar o clima organizacional da sua empresa

Cada corporação tem sua realidade única, com dificuldades e características que influenciam a ética de trabalho e o relacionamento com os funcionários. A identificação dos problemas atuais e a busca de soluções para essas questões estão intimamente ligadas à aplicação da pesquisa de clima e dos resultados ali apresentados.

Porém, algumas práticas podem ser adotadas de maneira geral para elevar a qualidade do ambiente corporativo como um todo. Essas ações podem estar ligadas à cultura organizacional, como pré-requisitos importantes no dia a dia da instituição, ou podem já ser implementadas emergencialmente nos casos mais graves, enquanto o RH prepara a aplicação da pesquisa e de novas condutas.

A seguir, conheça algumas dessas práticas.

Boa infraestrutura

Dificilmente o colaborador ficará à vontade em um ambiente sujo, desarrumado, sem manutenção ou com condições de ergonomia e iluminação precárias. Por isso, é essencial oferecer um lugar salubre e agradável, que traga a sensação de bem-estar e conforto.

Política de benefícios

A remuneração não é apenas o salário indicado no holerite. Benefícios são importantes para compor a renda do profissional e o ajudam a ter mais qualidade de vida.

Sendo assim, procure oferecer um pacote interessante e que realmente ajude esse colaborador, provocando assim uma satisfação maior nesses funcionários. Muitas organizações optam por pacotes flexíveis, que, dentro de algumas opções predeterminadas, permitem que o funcionário escolha as mais interessantes para ele ou as que atendem ao seu ritmo de vida.

Entre os benefícios fora do básico oferecidos pelas empresas e que fazem a diferença, estão convênios com academias e instituições de ensino, creche para mães, licenças-maternidade e paternidade maiores do que é estabelecido por lei, massagens dentro do local de trabalho, ginástica laboral e vale-cultura.

Investimento em treinamentos

Os treinamentos de funcionários são uma verdadeira via de mão-dupla para as empresas. Ao reservar uma parte da verba para incentivar o conhecimento, a organização ganha em qualidade em produtos e processos, além de passar a contar com um nível de expertise muito maior.

Ao mesmo tempo, os funcionários percebem o reconhecimento da organização e a preocupação com a sua formação profissional, apresentando maior engajamento e satisfação com o emprego atual.

Temos então uma situação em que os dois lados saem ganhando, o que fortalece muito a presença da empresa diante dos concorrentes.

Cuide da gestão de pessoas

Boas práticas de gestão estratégica de pessoas são o ponto de ligação entre os objetivos corporativos e os trabalhadores. Por meio de uma gestão bem estruturada e executada, é possível entender melhor as necessidades dos funcionários, delegar tarefas com mais clareza e aproximar os profissionais das metas de maneira consciente.

Gerir pessoas também colabora para o desenvolvimento de cada um, tanto em competências mais técnicas como nas comportamentais. Assim, o profissional torna-se cada vez melhor e apto para assumir desafios, com alto nível de produtividade e qualidade.

Trabalhe a liderança

Os gestores têm um papel decisivo na qualidade do clima da organização. Uma pesquisa feita por uma empresa de consultoria de recrutamento mostrou que 8 em cada 10 pessoas pedem demissão por causa do chefe.

Esses números surpreendentes mostram algo que muita gente já conhece na prática. Por mais que a organização tenha um excelente ambiente e ofereça ótimas condições de trabalho, tudo isso é perdido quando não há uma gestão empática e próxima dos funcionários.

Por isso, esqueça aquela figura do chefe autoritário e que apenas dá ordens. Dentro da realidade atual, extremamente dinâmica e pouco apegada a hierarquias, empresas e funcionários precisam de uma liderança participativa, capaz de trabalhar junto com os empregados para a solução de problemas e a entrega de resultados consistentes.

Algumas pessoas apresentam características de liderança inatas, outras precisam ser lapidadas para desenvolver algumas habilidades. Por isso, é essencial contar com um programa que ajude na formação desses novos gestores, trabalhando principalmente:

Estruture um plano de carreira consistente

Sem uma visão clara dos rumos que a vida profissional pode tomar e das chances de crescimento dentro da empresa, dificilmente um funcionário conseguirá manter-se motivado por muito tempo.

Além disso, há uma tendência de que ele procure novas oportunidades no mercado, afetando assim os índices de retenção e a percepção dos empregados atuais.

Para evitar esse problema, pense em um plano de carreira bem claro e que mostre o que exatamente deve ser feito para assumir cargos de maior remuneração e destaque. Assim, o profissional saberá exatamente o que deve fazer e como, desenvolvendo uma maior motivação diária e contribuindo para a construção de um ambiente agradável e produtivo.

Priorize uma comunicação honesta e transparente

Poucas práticas trazem tanta insegurança a um local de trabalho como decisões tomadas a sete chaves e mudanças que não são comunicadas aos funcionários, deixando um clima de tensão e dúvidas no ar. Aliás, esse é o ambiente perfeito para a disseminação de boatos que começam a manchar a imagem corporativa e afetam totalmente o clima organizacional.

Sendo assim, adote desde o começo uma postura honesta, vendo os funcionários não como subalternos, mas sim como colaboradores importantes. Essa transparência manterá os profissionais alinhados às metas e aos projetos da empresa, e trará maior segurança em períodos de reformulação.

Apresentamos aqui um guia completo sobre o clima organizacional, como trabalhá-lo, a importância das pesquisas e o que pode ser feito para promover um ambiente de trabalho engajador e positivo. Tenha isso como uma preocupação constante e observe como o crescimento da empresa será mais sólido e constante.

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